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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 8 de março de 2012

Meu Diário Pastoral

Em dois mil e doze estou assumindo, este novo oficio de secretária executiva de pastoral da diocese de Guajará-Mirim-Ro. Ao iniciar os trabalhos primeiramente foi arrumar o ambiente de trabalho.
Minha primeira experiência foi à participação na reunião do clero em Colorado do Oeste de 27 a 29 de fevereiro de 2012, graças a Deus fui muito bem acolhida, me senti muito bem! Realizei o meu trabalho em nome da Congregação das Irmãs de São Carlos de Lyon. Terceira-feira à noite teve a missa com a comunidade de Colorado, os Padres foram apresentados eu também fui apresentada sendo secretária executiva de pastoral, no final da missa os presbíteros receberam uma lembrança, eu também recebi está lembrança que foi uma agenda com uma caneta.
Dia 29 de fevereiro terminou o encontro eu parti com um grupo de dois diáconos e Wilson e José; Padre Francisco e eu Ir.Aparecida, o nosso destino São Miguel do Guaporé, tivemos uma viagem cheia de provações: ficamos a beira da estrada por dez horas, mais em nenhum momento fiquei desesperada, apenas convidava quem estava ali para rezarmos enquanto que um ou dois havia ido em busca de solucionar o problema para seguirmos a nossa viagem! Onde ficamos na beira da estrada longe da cidade mato de um lado e do outro, pedi auxilio de Nossa Senhora Aparecida, ela intercedeu por nós, sempre tivemos ajuda e graças não sofremos nenhum atentado. Ação do NEFCH realizando maravilhas em minha vida dirige um carro diferente à noite em rodovia desconhecida, fiz com muita elegância fui bem!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Assembleia da Catequese-02 a 04 de Março de 2012

Assembleia da Catequese aconteceu em São Miguel do Guaporé dos 02 a 04 de Março de 2012, com representação de todas as paroquias de nossa diocese de Guajará-Mirim-RO.Total de participantes 60 catequistas, graças a Deus tivemos bom êxito.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Deus Fala Com Você

Eram aproximadamente 22 horas quando um jovem começou a dirigir-se para casa. Sentado no seu carro, ele começou a pedir: “Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecer-lhe”.
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: “Pare e compre um galão de leite”.
Ele balançou a cabeça e falou alto: “Deus? É o Senhor?”. Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: “Compre um galão de leite”.
O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli.
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil... Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido: “Vire naquela rua”. Isso é loucura... – pensou – e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalhão, ele falou alto: “Muito bem, Deus. Eu farei”.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estava escura, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo: “Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua”.
O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?” Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Inicialmente, ele abriu a porta... “Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: “Quem está aí? O que você quer?”
A porta abriu-se, em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele desconhecido em pé na sua soleira. “O que é?” O jovem entregou-lhe o galão de leite. “Comprei isto para vocês”. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
A mulher pegou o leite e foi para a Cozinha. O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: “Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”.
Sua esposa gritou lá da cozinha: “Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?”
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus responde os pedidos.
Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?
Palavras Escritas por: Autor Desconhecido



sábado, 4 de fevereiro de 2012

Assunto: A VISÃO DE VERÍSSIMO SOBRE O BBB


Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Luis Fernando Veríssimo
É cronista e escritor brasileiro
Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade. Esta crônica está sendo divulgada pela internet a milhões de e-mails.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Campanha da Fraternidade de 2012

A Campanha da Fraternidade de 2012, com início na quarta feira de cinzas, no dia 22 de fevereiro, organizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai tratar da questão da Saúde Pública.
A Campanha da Fraternidade, vivida durante quaresma e estendendo-se para todo o ano, faz um apelo e um convite à conversão. De modo que, ao longo da quaresma se insiste para alargar o horizonte da vivência da fé, trazendo para reflexão das comunidades atuantes, sempre um tema de cunho social, identificado como causador de morte e sofrimento, suscitando ações que transforme a vida da sociedade, segundo o Evangelho de Jesus Cristo.
O tema proposto pela Campanha da Fraternidade: é Fraternidade e Saúde Pública e tem com o lema: que a Saúde se Difunda sobre a Terra (cf. Eclo 38, 8). A saúde integral da pessoa humana é o que mais almejamos encontrar. Já faz tempo, que a saúde vem sendo preocupação vital é a mais veemente revindicação da população brasileira no campo das políticas públicas.
A conversão à fraternidade a partir de Eclesiástico 38,8
As religiões procuraram oferecer respostas à busca de um sentido à dor, ao sofrimento, ao mal e à morte, que afligem a humanidade. Poderíamos a título de introdução ouvir não só os ensinamentos bíblicos, mas buscar as considerações da Teologia e da prática pastoral da Igreja para iluminar a questão da saúde, entretanto queremos neste momento pontuar e assinalar aspectos que brotam da palavra de Deus. Do livro do Eclesiástico e algumas considerações do Novo Testamento. Deixamos para que outros apresentem também suas colaborações na reflexão deste tema.
A busca da Saúde pela Humanidade e na Bíblia
Desde sua origem a humanidade procurou conservar a saúde e atacar e vencer as doenças que se manifestavam. Muitos povos passaram acreditar que a doença surgia por causa da maldade e do pecado do ser humano (Judaísmo), por erros cometidos em outras vidas, por castigo de divindades ofendidas pela ação do homem, pela atuação de maus espíritos e demônios.
A crença que as divindades podiam curar os males, da início a diagnósticos, receitas curativas formulas mágicas ervas medicinais com poder curativo aliada a orações e dizeres. Desta forma passou-se acreditar que a cura das doenças tem haver muito com a divindade aliando doença e religião.
A cura da doença e a saúde nas páginas do Antigo Testamento
É no livro do Eclesiástico que vamos encontrar as mais belas citações que dizem respeito à cura da doença e a saúde. Vejamos esta:
“é melhor a morte do que a vida cruel, o repouso eterno do que uma doença constante”.(Eclo 30,17)
Nesta passagem do livro do Eclesiástico a doença é caracterizada como o pior de todos os males. No capítulo seguinte encontramos:
“As preocupações do dia não deixam dormir, e mais do que uma doença grave tiram o sono” (Eclo 31,2).
A leitura do texto bíblico vai mostrando que o Judaísmo entendia que a falta de saúde estava intimamente ligada à culpa e ao pecado. A pessoa tinha cometido algo errado ou até seus pais ou antepassados. A oração era o que buscavam em primeiro lugar para obter a clemência de Deus e a cura. A passagem do segundo livro de Samuel é incisiva:
“Iahweh feriu a criança que a mulher de Urias dera a Davi e ela caiu gravemente enferma. Davi implorou pelo menino: jejuou, ficou junto dele, e passou a noite prostrado no chão...” (2 Sam 12,15-2)
No livro dos salmos encontramos os doentes que suplicam a Deus a cura, de seus males e enfermidades.
Assim ao longo do texto do Antigo Testamento encontramos muitas passagens que relacionam pecado e doença e que tanto um como a outra recebem de Deus perdão e cura através da oração.
A novidade no livro do Eclesiástico
Nas páginas do livro Eclesiástico encontramos um novo modo de entender a doença e mais ainda, indica um comportamento diferente na busca da cura da doença. Se alguns textos do Antigo Testamento consideram como falta de fé no Deus Altíssimo recorrer à medicina e a seus profissionais o Eclesiástico passa a considerar os remédios, os médicos e a ciência como possibilidades de cura e sabedoria vinda do próprio Deus e, consequentemente, devem ser buscados sempre que necessário.
O livro do Eclesiástico e a saúde
O livro do Eclesiástico se apresenta como uma coleção de ensinamentos que eram usados diariamente pelo povo. O autor viu a necessidade desta sabedoria não se perder e quis conservá-la. Este fato ajudou a população a não esquecer sua cultura e raízes e resistir a uma nova cultura imposta pelos dominadores. O autor foi sábio em querer conservar a sabedoria popular e a autoestima deles e da tradição dos antepassados. Assim vamos encontrar no livro do Eclesiástico coleções de ditos dos mais diversos. O lema da Campanha da Fraternidade foi tirado de uma destas coleções que argumenta sobre a saúde: “Que a saúde se difunda sobre a Terra” (Eclo 38,8). Nesta coleção de ditos sobre a Medicina, a missão dos médicos, outros profissionais, cura e a saúde o versículo oito é central nesta coleção de ditos.
O conteúdo do livro do Eclesiástico resulta da coleta de um conjunto de ensinamentos que circulava no meio do povo. O autor desejou deixá-los por escrito para manifestar a resistência contra os dominantes da época que queriam impor sua cultura e ciência, tirando do povo de Israel sua autoestima e negando sua sabedoria. Muitas vezes, os ditos são dispostos de maneira a constituir pequenas coletâneas, como no caso do verso que inspirou o lema da Campanha da Fraternidade deste ano: “Que a saúde se difunda sobre a Terra” (Eclo 38,8). Este é o verso central de uma coleção de ditos sobre a saúde e sobre a missão dos profissionais que trabalham na saúde.
Do texto do livro do Eclesiástico (Eclo 38,1-15), outros ensinamentos podem se dirigir a área da saúde pública, ele faz referência às pessoas responsáveis pela manutenção da saúde da população. Parece que o texto tem longo alcance e fala do trabalho do médico e do farmacêutico no trabalho de evitar que as pessoas adoeçam e ajudá-las para que tenham saúde em abundância, o texto esta falando da prevenção das doenças. O ditado popular consagrou: “É melhor prevenir que remediar”.
A cura a doença e saúde nas páginas do Novo Testamento
Jesus veio com uma missão muito clara e definida. Veio trazer vida e vida em abundância a tudo o que causava exclusão social. O sistema que o Império Romano impôs nos países conquistados, gerava um sistema de morte e de doença. Por isso os Evangelhos constantemente mostram Jesus curando e devolvendo a saúde, ao paralítico, ao cego, ao doente, ao leproso, a pecadora pública, e por fim ressuscitando Lazaro. Para mostrar que ele tinha poder sobre a vida e a morte.
A missão de Jesus é apresentada na abertura do evangelho de Lucas na sinagoga de Nazaré: evangelizar os pobres, libertar os presos, recuperação da vista dos cegos e liberdade os oprimidos (Lc 4,19). Mas, Jesus foi muito além em sua ação, encontramos inúmeros gestos demonstrando a preocupação de recuperar a saúde, isto significava, uma vida digna, a volta a sociedade, porque a doença significava no seu tempo a exclusão social. (lembro o caso dos leprosos).
O Evangelho de Mateus no capitulo 4,23 fala da missão de Jesus:
“Jesus percorria toda a Galileia ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando toda e qualquer doença ou enfermidade do povo” (Mt 4, 23).
Jesus cura as enfermidades e perdoa os pecados
Em Jesus é destacado não só o poder de curar todas as enfermidades, mas vai além disto perdoa os pecados. Este poder de perdoar os pecados não foi entendido pelos fariseus e os doutores da lei de sua época, por este motivo planejavam uma forma de matá-lo. Jesus veio curar o homem inteiro, alma e corpo; Jesus é o verdadeiro médico que os doentes necessitam.
Jesus vendo tamanho sofrimento Sua compaixão para com todos aqueles que sofrem é tão grande que Ele se identificou: “Estive doente e me visitaste” (Mt 25, 36). Seu amor de predileção pelos enfermos não cessou, ao longo dos séculos, de despertar a atenção toda especial dos cristãos para com todos os que sofrem no corpo e na alma. Esse amor está na origem dos incansáveis esforços para aliviá-los.
Bom Samaritano: paradigma do cuidado
A parábola do Bom Samaritano mostra um aspecto da pratica de Jesus em relação ao próximo: nos convida a termos o cuidado da nossa saúde e da saúde de nosso semelhante. A parábola do Bom Samaritano contada por Jesus evidência neste tempo quaresmal e da Campanha da Fraternidade, a figura do Bom Samaritano como um exemplo a seguir, o cuidado aos doentes e o que esperamos que os profissionais e servidores da saúde façam. O ensinamento da parábola indica uma verdade cristã e ao mesmo tempo humana e universal.
Esta Parábola pela grandeza de seu ensinamento inspira na atualidade ações designadas com o nome “Bom Samaritano” e mais ainda com o mesmo nome as atividades em favor dos seres humanos que sofrem ou precisam de ajuda.
A partir desta parábola, a Campanha da Fraternidade tem uma importante chave de leitura e de compreensão naquilo que se refere à solidariedade, como também da fragilidade e dasmáscondições do trato da recuperação da saúde humana que estamos envolvidos desde a criação.
Um relato da criação do homem e da mulher apresenta a importância da dignidade humana. Somos na realidade imagem e semelhança de Deus. Devemos enxergar em nosso semelhante à figura e o rosto de Deus estampado nos rostos humanos. Outro relato apresenta o oposto, isto é a fragilidade humana. Somos feitos do húmus do barro da terra. De fato, os dois relatos da criação do homem e da mulher, de alguma maneira, nos remetem a essa ambiguidade que nos constitui. O primeiro relato sublinha a dignidade humana. Nós somos imagem e semelhança de Deus. E o outro, relato, fala fragilidade humana.
O ensinamento da Parábola do Bom samaritano
A nossa vida é colocada diante da fragilidade humana da maldade e do abandono. A mesma Parábola coloca para os seguidores de Jesus o ensinamento da descoberta da importância do cuidado na doença e a busca da cura na enfermidade. Aprendemos com a parábola que a fragilidade humana se cura com a proximidade, (o Bom Samaritano nos ensina isto), da pessoa disposta a cuidar do que está fragilizado.
O Bom Samaritano, que aparece como figura importante na parábola assume a condição de modelo para o trabalho pastoral e evangelizador da Igreja no campo da saúde.
Considerações finais
Com a inspiração destes textos bíblicos vindo do Antigo e Novo Testamento, em particular da pratica de Jesus, somos impelidos a dar início à caminhada penitencial do tempo quaresmal deste ano.
Buscando construir a fraternidade no campo da saúde, tão visada, combatida, e desconsiderada em nosso país. Nossa pratica quaresmal poderá, dependendo do nosso empenho criar elos e condições de chegarmos a Páscoa de Jesus transformando a nossa vida e a vida da sociedade segundo a pratica fraterna de Jesus.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Campanha da Fraternidade 2012


CNBB lançou texto-base da Campanha da Fraternidade 2012
    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou o texto-base da Campanha da Fraternidade 2012, que terá como tema “A Fraternidade e Saúde Pública”. O material contém a oração oficial, os objetivos geral e específicos e uma explicação ampla sobre o assunto “Saúde Pública”, que será abordado pela Igreja no Brasil este ano.
    Ao longo do texto, o subsídio da CNBB chama a atenção para três conceitos importantes: O primeiro é o cuidado com o doente; o segundo, a prática de hábitos de vida saudável; o terceiro, por sua vez, é a exigência de melhoria no sistema público de saúde, com atenção especial ao SUS.
    A Campanha deste ano tem como lema “Que a saúde se difunda sobre a terra!” (Eclo, 38, 8). O objetivo é promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do SUS, em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

10º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude





Aconteceu em Maringá (PR) o 10º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ), com a participação de mais de 600 jovens de todas as regiões do Brasil. Na noite de domingo (8), celebrando a festa da Epifania do Senhor, a missa de abertura reuniu mais de 2 mil pessoas na Catedral de Maringá. Na segunda-feira pela manhã, uma cerimônia no Centro de Formação Bom Pastor, local do encontro, deu início aos trabalhos. As atividades, que incluem palestras e tarefas em grupo, continuam até o dia 14.
O Encontro Nacional é um momento em que a Pastoral da Juventude (PJ) se reúne em uma diocese para refletir, partilhar e celebrar a vida e a caminhada dos grupos de jovens. O encontro é realizado a cada três anos e pela primeira vez acontece em uma cidade da região sul do Brasil.
Programação
Na tarde de segunda, Hildete Emanuele, que foi secretária nacional da PJ no período 2008-2010, conduziu palestra com o tema “Somos Igreja Jovem – A juventude na vida da Igreja”. Em seguida, o assessor político da CNBB, padre Geraldo Martins, falou sobre a temática “Somos Igreja jovem em mundo de mudanças”. .
Dia (10), durante todo o dia, os participantes serão enviados em grupos de até 50 jovens para 12 paróquias da região de Maringá, onde serão realizadas visitas missionárias. Os jovens terão a possibilidade de conhecer as realidades locais e também partilhar as experiências de ser Igreja de outras regiões do país.
Além do tema, “Somos Igreja Jovem”, o encontro tem o lema “Na ciranda da vida, a nossa missão é amar sem medida” e a iluminação bíblica extraída do evangelho de João, “Ele tendo amado os seus, amou-os até o fim” (Jo 13,1).
Durante todos os dias da programação, uma equipe de jovens estará atualizando com notícias e imagens do encontro o hotsite www.pj.org.br/enpj e as redes sociais da Pastoral da Juventude.

Música Nossa Missão