Tradutor

English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
By Ferramentas Blog

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Papa, os Jovens e a Família



Por iniciativa do papa João Paulo II, em 1975, em Roma, foi realizada a primeira Jornada Mundial da Juventude, quando fez soar aos milhares de jovens a exigência de um amor apaixonado por Cristo, o único capaz de preencher todas as necessidades do coração do homem e da mulher dos tempos de hoje.
O papa Bento XVI celebra em Madri a vigésima sexta jornada, reunindo nesses dias mais de um milhão de jovens. Nesta ocasião o clamor do papa será o mesmo: "Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé" (Cl 2,7).
Os jovens não são os mesmos de trinta e seis anos atrás. O mundo é outro, as exigências são diferentes, as necessidades e anseios do coração dos jovens também mudaram. Mas o caminho a percorrer, o lugar da plena realização continua o mesmo.
Como diz Santo Agostinho: "O meu coração anda inquieto enquanto não repousar em ti Senhor". O cardeal Antonio Maria Rouco, de Madri, e presidente da Conferência Episcopal Espanhola, presidiu a Santa Missa de abertura na última terça-feira acolhendo todos os jovens dizendo "esta é a vossa casa". Na quarta, quinta e sexta-feira, o papa Bento XVI se encontra com professores, religiosos e religiosas, com jovens representantes de todos os países.
O momento central será no sábado à noite quando o papa celebrará a Eucaristia e falará a todos os jovens, e com eles passará em vigília. No domingo, o papa encerra com a missa pela manhã, enviando os milhares de participantes a evangelizar outros jovens e nesta ocasião anuncia a data e o lugar da próxima jornada.
A nossa arquidiocese está representada por 70 jovens do Setor Juventude, pastorais e movimentos que trabalham com jovens. O padre Marcos Roberto manifesta o sua impressão nestes dias participando deste evento mundial: "Pelas ruas de Madri são milhares e milhares de jovens cantando e se alegrando com a jornada... É tudo muito lindo ver esta multidão de jovens do mundo inteiro se alegrando com a convivência fraterna juvenil e o amor à Igreja e ao papa. Nas ruas somos uma multidão, afinal estamos em torno de 1 milhão de jovens. De todo Brasil somos 16 mil. Descrever a experiência da jornada somente é possível participando dela... É fantástico, maravilhoso... É conhecer a pluralidade de nossa juventude no mundo inteiro".
Convido você a se unir a este evento eclesial, orando pelos jovens, pelo papa Bento XVI a fim de que juntos possamos criar um mundo novo, mais unido e fraterno. Acompanhe a jornada pelo site: www.jmj2011madrid.com. Nesta Semana da Família em todas as comunidades ecoa o lema: "Investir na família é investir na sociedade".
 Acreditamos que, apesar das investidas na destruição dos lares, somos capazes de continuar o caminho do Senhor, defendendo, investindo, apoiando, orando, porque a lei do Senhor é perfeita, conforto para a alma.
Nenhuma lei humana pode destruir a lei de Deus, nenhum homem pode se arrogar o direito de contradizer a Sagrada Escritura. Assim desejamos que esta Semana da Família seja um novo recomeçar através dos pequenos gestos de amor. Jovens e família em um único caminho, o caminho do amor.
Dom Anuar Battisti Arcebispo de Maringá - PR

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O Pardal e a águia

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. 

Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. 
Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. 
Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. 
Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza... 
Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. 
Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. 
Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. 
Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. 
Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. 
Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. 
A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:
Por que estás a me vigiar, Andala?
Quero ser uma águia como tu, Yan. 
Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.
E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho... - O pardal suspirou olhando para o chão... E disse:
Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. 
És tão única, tão bela. 
Passo o dia a observar-te. E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.
Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente...
Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. 
Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. 
Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. 
Acredita! - E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:
Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. 
O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. 
Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. 
Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. 
É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu
coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! 
Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. 
Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. 
Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O Milagre de um novo dia

Hoje eu me levantei cedo pensando no que tenho para fazer antes que o relógio marque meia noite.     

Eu tenho responsabilidades para cumprir hoje.  Eu sou importante. É minha função escolher que tipo de dia terei hoje. Hoje eu posso reclamar porque está chovendo ou posso agradecer às águas por lavarem energias pesadas. Hoje eu posso ficar triste por não ter muito dinheiro ou posso me sentir encorajado para administrar minhas finanças sabiamente, mantendo-me longe de desperdícios. 

Hoje eu posso reclamar sobre minha saúde ou posso dar graças a Deus por estar vivo. 
Hoje eu posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo que eu queria quando estava crescendo, ou posso ser grato a eles por terem permitido que eu nascesse. 
Hoje eu posso lamentar decepções com amigos ou posso observar oportunidades de ter novas amizades. Hoje eu posso reclamar por ter que trabalhar ou posso vibrar de alegria por ter um trabalho que me põe ativo. 
Hoje eu posso choramingar por ter que ir à escola ou abrir minha mente com entusiasmo para novos conhecimentos. 
Hoje eu posso sentir tédio com trabalho doméstico ou posso agradecer a Deus por ter dado-me a bênção de um teto que abriga meus pertences, meu corpo e minha alma. 
Hoje eu posso olhar para o dia de ontem e lamentar as coisas que não saíram como eu planejei ou posso alegrar-me por ter o dia de hoje para recomeçar. 
O dia de hoje está à minha frente esperando para ser o que eu quiser. 
E aqui estou eu, o escultor que pode dar-lhe forma. 
Depende de mim como será o dia de hoje diante de tudo que encontrarei. 
A escolha está em minhas mãos: 
Hoje eu posso enxergar minha vida vazia ou posso alegremente receber o Milagre de Um Novo Dia ! 
Silvia Schmidt

O Dia de hoje



A coisa mais importante que você possui é o dia de hoje.
O dia de hoje, mesmo que esteja espremido entre o ontem e o amanhã, deve merecer sua total prioridade.
Só hoje você pode ser feliz. O amanhã ainda não chegou e  já é muito tarde para ter sido feliz ontem.
A grande maioria das nossas dores são fruto dos restos de ontem ou dos medos de amanhã.
Viva o dia de hoje com sabedoria: decida como irá alimentar seus minutos, o seu trabalho, o seu descanso, e faça tudo que seja possível para que o dia de hoje seja seu, já que  ele lhe foi dado tão generosamente.
Respeite-o de tal maneira que, quando for dormir, você possa dizer: hoje eu fui capaz de viver e amar.  :-)

domingo, 7 de agosto de 2011

Estrada para o sucesso


A estrada para o sucesso não é uma reta.
Há uma curva chamada fracasso,
Um trevo chamado confusão,
Um quebra molas chamado amigos,
Faróis de advertência chamados família e Pneus furados chamados empregos.
Mas... No Ágape (amor incondicional), se você tiver um estepe chamado determinação,
Um motor chamado perseverança,
Um seguro chamado fé e um motorista chamado Deus.
Você chegará a um lugar chamado Sucesso!!!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

São João Maria Vianney O Santo Cura d´Ars

 João Maria Batista Vianney sem dúvida alguma, se tornou o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: "Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes". Ele nasceu em 8 de maio de 1786, no povoado de Dardilly, ao norte de Lyon, França. Seus pais, Mateus e Maria, tiveram sete filhos, ele foi o quarto. Gostava de freqüentar a igreja e desde a infância dizia que desejava ser um sacerdote.
Vianney só foi para a escola na adolescência, quando abriram uma na sua aldeia, escola que freqüentou por dois anos apenas, porque tinha de trabalhar no campo. Foi quando se alfabetizou e aprendeu a ler e falar francês, pois em sua casa se falava um dialeto regional.
Para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade ele foi para o Seminário de Écully, onde os obstáculos existiam por causa de sua falta de instrução.
Foram poucos os que vislumbraram a sua capacidade de raciocínio. Para os professores e superiores, era considerado um rude camponês, que não tinha inteligência suficiente para acompanhar os companheiros nos estudos, especialmente de filosofia e teologia. Entretanto era um verdadeiro exemplo de obediência, caridade, piedade e perseverança na fé em Cristo.
Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve.
Durante o seu aprendizado em Écully, o abade Malley havia percebido que ele era um homem especial e dotado de carismas de santidade. Assim, três anos depois, conseguiu a liberação para que pudesse exercer o apostolado plenamente. Foi então designado vigário geral na cidade de Ars-sur-Formans. Isso porque nenhum sacerdote aceitava aquela paróquia do norte de Lyon, que possuía apenas duzentos e trinta habitantes, todos não-praticantes e afamados pela violência. Por isso a igreja ficava vazia e as tabernas lotadas.
Ele chegou em fevereiro de 1818, numa carroça, transportando alguns pertences e o que mais precisava, seus livros. Conta a tradição que na estrada ele se dirigiu a um menino pastor dizendo: "Tu me mostraste o caminho de Ars: eu te mostrarei o caminho do céu". Hoje, um monumento na entrada da cidade lembra esse encontro.
Treze anos depois, com seu exemplo e postura caridosa, mas também severa, conseguiu mudar aquela triste realidade, invertendo a situação. O povo não ia mais para as tabernas, em vez disso lotava a igreja. Todos agora queriam confessar-se, para obter a reconciliação e os conselhos daquele homem que eles consideravam um santo.
Na paróquia, fazia de tudo, inclusive os serviços da casa e suas refeições. Sempre em oração, comia muito pouco e dormia no máximo três horas por dia, fazendo tudo o que podia para os seus pobres. O dinheiro herdado com a morte do pai gastou com eles.
A fama de seus dons e de sua santidade correu entre os fiéis de todas as partes da Europa. Muitos acorriam para paróquia de Ars com um só objetivo: ver o cura e, acima de tudo, confessar-se com ele. Mesmo que para isto tivessem que esperar horas ou dias inteiros. Assim, o local tornou-se um centro de peregrinações.
O Cura de Ars, como era chamado, nunca pôde parar para descansar. Morreu serenamente, consumido pela fadiga, na noite de 4 de agosto de 1859, aos setenta e três anos de idade. Muito antes de ser canonizado pelo papa Pio XI, em 1925, já era venerado como santo. O seu corpo, incorrupto, encontra-se na igreja da paróquia de Ars, que se tornou um grande santuário de peregrinação. São João Maria Batista Vianney foi proclamado pela Igreja Padroeiro dos Sacerdotes e o dia de sua festa, 4 de agosto, escolhido para celebrar o Dia do Padre.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Uma Flor Rara

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um
marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego
que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo
isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo
o tempo e a sua vida estava deficitária em
algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava
dos filhos,se surgiam problemas, ela deixava de lado
o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram 
sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe
deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, 
da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo. 
E disse à ela: - Filha, esta flor vai te ajudar muito
mais do que você imagina! Você terá apenas que
regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes 
conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em 
troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era 
de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o
trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida,
que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor. 
Ela chegava em casa,olhava a flor e as flores ainda 
estavam, lá, não mostravam sinal de fraqueza
ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais
nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
Estava completamente morta, suas raízes estavam
ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas. 
A jovem chorou muito, e contou a seu pai o
que havia acontecido. Seu pai então respondeu: - Eu
já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te 
dar outra flor,porque não existe outra igual a essa,
ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua
família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas
você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar 
atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos 
também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre 
lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu 
de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama! 
E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem lhe
dado? Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos 
do Senhor: Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas.

Música Nossa Missão