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By Ferramentas Blog

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

JOVEM, JESUS CRISTO CHAMA E INDICA O CAMINHO


No mundo existem muitos caminhos, rumos felizes, fascinantes, imprevisíveis...
Algumas decidem caminhar, buscar, arriscar... Outras preferem ignorar, se acomodar, deixar o mundo como está, cruzam os braços.
A Vida Consagrada é dom total, entrega de si mesma a Jesus. A vocação para ser IRMÂ é dom de Deus. É a parte que Ele dá do seu amor. A Vida Consagrada é uma vida exclusivamente para Deus.
A Vida Consagrada, na Congregação das Irmãs de São Carlos de Lyon, é um segredo que Deus revela a quem Ele quer, a quem ele chama e a quem diz SIM ao seu projeto.
Em Jesus encontramos a força:
 Da sua Palavra se vive:
Na sua Companhia se caminha;
Da sua Presença se sacia;
Na sua Missão se participa.
QUERIDA JOVEM, VOCÊ ESTÁ DISPOSTA A FAZER ESTA EXPERIÊNCIA?

Contato: (69) 3541-2813
Ir.Aparecida Nazareth

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A ESCOLA DE DEUS

Logo que nasci fui matriculado na escola de Deus quando recebi o sacramento do batismo, então me tornei membro de sua família.
Quando tinha idade para cursar o ensino fundamental “catequese”, pra receber Cristo pela primeira vez na Hóstia Consagrada, minha mãe insistia para que eu começasse logo e eu sem querer freqüentar, pois reclamava que o domingo era o único dia que eu tinha livre, mas de tanta insistência acabei aceitando.
Comecei freqüentar muito bem só que no decorrer faltei 2 ou 3 vezes e disseram-me que estas faltas me tirariam da conclusão do ensino.
Nessa primeira prova já larguei os estudos para tristeza de minha mãe. Acabei descobrindo depois que era verdade, mas já era tarde.
No ano seguinte com um pouco mais de amadurecimento, senti de verdade que seria hora de entrar de coração no ensino fundamental.
Pedi então para minha mãe renovar a inscrição, pois desta vez eu estava ciente de minha decisão. Daí em diante comecei a estudar para valer, entrei de cabeça e coração, freqüentava todas as aulas com prazer e satisfação. Com o passar dos dias passei também a freqüentar as festas de Cristo aos domingos que é a Santa Missa.
Em pouco tempo já achava ruim ficar fora da escola de Deus e cada vez mais fui conhecendo e vivendo melhor as normas da escola.
Com o ensino fundamental concluído engajei logo no ensino médio “confirmação - o crisma”. E fui aprofundando cada vez mais minha fé em Cristo. Fiquei na faixa de três anos vestibulando nesta escola de Deus, participei de muitos encontros fora da matriz.
Durante o período de vestibular ganhei muita experiência, conheci muitos amigos em Cristo.
Passando um bom tempo da conclusão do ensino médio, o Crisma e do vestibular, dentro da escola de Deus, ouvi falar da faculdade “MOMENTO DE FÉ”. Resolvi fazer uma visita para conhecer melhor e fui percorrendo na sintonia até encontrar o local exato.
Percebi que é uma benção, mas achei estranho seu método de ensino. Quando entendi a formula nunca mais quis ficar longe. Tenho aprendido demais nela, tenho experimentado a trocar o por que pelo para que. Agradeço mais do que reclamo.
Quem pensa no outro e evangeliza alcança a graça mais rápido, troquei corrente de fé pela unidade de fé, pois sou livre não quero prender ninguém.
No ensino fundamental catequese aprendi a usar o adorar senão a Deus, estou aprendendo a me abandonar em Deus e cada vez mais sinto a recompensa.
O bom da escola de Deus é que você já pode iniciar a faculdade e depois recupera o estudo perdido. Não há tempo certo para começar, ou melhor basta querer, nunca é tarde.
Na escola de Deus não há reprovação, pode haver recuperação nas matérias mal desempenhadas, o que há é desistência por parte do aluno que não aceita ser membro desta abençoada escola. De tanto gostar e viver nessa escola ouço alguns dizerem, pra que viver nessa escola e passar por provação toda hora? É melhor viver distante e sossegado.
Já respondo imediatamente – bem como em outra escola existem as provas para nos testar. Na escola comum é para testar nossos conhecimentos, nossa inteligência. E na escola de Deus é para testar nossa fé, nossa força, nossa perseverança.
Bem eu estou em fase de estagio e pretendo um dia ser um educador e formador de novos membros pra essa abençoada escola.
Se você também é um voluntário dessa escola e busca novos alunos, principalmente aqueles indecisos, seja você também!



sábado, 5 de fevereiro de 2011

VOCACÃO RELIGIOSA

A Vida Religiosa hoje é entendida como um carisma profético que o Espírito suscita na Igreja para um seguimento mais radical de Jesus na síntese dos votos (pobreza, castidade e obediência) os quais são um dom, uma graça que Deus concede gratuitamente.
Na releitura que a Vida Religiosa fez de si mesma os votos não são mais entendidos como sendo exercícios de mortificação para purificarem a alma e a libertar de um corpo de morte, mas, ao contrário, são entendidos como sendo dom profético de Deus, portanto, são vistos numa perspectiva vocacional de construção do Reino de Deus.
Sendo vocacional os votos são entendidos como um chamado a. O chamado é “obra genuinamente divina. É uma maravilha da graça. Ele implica na irrupção de Deus na história para comprometer o homem na obra da salvação como co-laborador. Em todos os níveis da historia da salvação Deus chama. Toda vocação sempre implica numa con-vocação porque o plano de Deus é essencialmente comunitário. O chamado de Abraão já o demonstra: “Por ti serão benditos todos os povos da terra” (Gn 12,3)”. (ROCCHETTA, p. 94).
Nesse horizonte de reflexão os votos religiosos são vistos como imbricados da necessidade de estarem em consonância com. Sendo assim, a pobreza só tem sentido se se realizar como solidariedade, a castidade como serviço à comunidade e a obediência como missão na Igreja, povo de Deus, e no mundo.
1 Pobreza e solidariedade
Nesse sentido é evangélica e não social a nível econômico, ou seja, pobreza como miséria, mesmo porque, desta última, é preciso tirar aqueles que lá jazem definhando agonizantemente na luta contra a morte para sobreviverem. Essa pobreza é um insulto a Deus e não uma graça especial concedida por Deus.
Antigamente a Vida Religiosa entendia a pobreza como um exercício ascético para a purificação. Hoje Vida Religiosa Consagrada vê a pobreza como funcional, ou seja, está a serviço de um propósito e este é o seguimento de Jesus a fim de que, assim como Ele, os religiosos de hoje se solidarizem com aqueles com os quais Jesus, à sua época, se solidarizou.
2 Obediência como missão na Igreja e no mundo
A obediência (ouvir atentamente) não significa mais fazer prontamente solicitamente numa cegueira o que o superior pede, mas, como o próprio sentido etimológico da palavra diz é ouvir atentamente, o que o superior diz e discernir à luz da Palavra de Deus vivida em primeira instância dentro da comunidade religiosa da qual o religioso faz parte e, em segunda instância, na comunidade a qual ele está vinculado por meio dos serviços prestados a mesma. Portanto, a obediência “como virtude evangélica é a entrega radical e sem cálculos da vida a Deus Pai que exalta e liberta” (DÍEZ, p. 246).
É na comunidade e não na ordem de um superior é o lugar do discernimento da opção religiosa, logo, lugar no qual se pratica a obediência a Deus no momento mesmo em que se processa o discernimento na oração e na renuncia de si, isto é, na capacidade de relativizar o exercício autônomo de liberdade em prol da comunidade.
3 Castidade como serviço a comunidade
É um traço distintivo da Vida Religiosa. A castidade é um “precioso dom da divina graça, concedido pelo Pai para que se consagrem só a Ele com um coração que, no celibato se mantém mais facilmente, indiviso”. (DÍEZ, p. 184).
Mas a castidade não é dom exclusivo de Deus à Vida Religiosa, visto que a castidade é pedida aos casais. Portanto, o traço mais significativo da castidade é o “coração indiviso”. Fato esse que é significativo tanto para o religioso que se mantém voltado para a sua relação com o Deus que o chamou, quanto para os casais que focalizam a sua opção de amarem aquele ou aquela que Deus concedeu para construírem a familia.
O perigo que o celibatário, o casto corre é o de idealizar o amor e, dessa forma, amar apenas abstratamente as pessoas.então, para que o casto fuja desse perigo é necessário que ele viva a sua castidade numa perspectiva comunitária. Agindo assim esse risco desaparece porque a comunidade “lugar de perdão e de festa” (BOFF) é o lugar de pessoas concretas, reais com seus problemas, seus sonhos, seus idéias, suas angustias, sua alegrias, enfim, pessoa com as quais Deus quer que o casto efetive a sua opção de viver castamente e, consequentemente, totalmente entregue ao Deus da Vida.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Profissão Religiosa

Nós Irmãs de São Carlos de Lyon louvamos a Deus pelo dom da vida e da vocação de: Cristiane da Silva Reis e Maria Aparecida dos Santos, depois de alguns anos de preparação fará seus primeiros votos no dia 30/01/2011 às 09:00 na Paróquia Santa Rita de Cássia em Maringá PR.

O Lema de Cristiane é: “Senhor, que queres que eu faça?”(At.9,6)

Lema de Maria Aparecida: “Eis aqui a serva do Senhor, faça se em mim segundo vossa palavra.”(Lc.1,38)
Votos

“Que eu vos ofereça com alegria a flor dos meus anos, a fim de que a transformeis em um fruto incorruptível na Eternidade”.(C.Demia)

A resposta a um Deus que chama só pode ser um dom livre e total de si mesmo. Esse dom que nos compromete à prática dos conselhos evangélicos se exprime pelos votos recebidos pela Igreja. Resposta ao amor atencioso de Deus.
Cristo, passando por primeiro, indicou-nos o caminho. Fez-se pobre por amor, despojou-se a si mesmo. Amou com um coração sem partilha, com um amor universal e até o fim. Veio para fazer a vontade do Pai e cumprir tudo o que o Pai esperava dele (Heb. 5,7-10). Nossos votos são o nosso compromisso radical de segui-lo.
É na simplicidade do nosso coração e sem impor condições que exprimimos a nossa oferenda e nosso coração e o nosso desejo de viver como o Cristo viveu, sem reserva nenhuma parte dos nossos bens, da nossa autonomia, das nossas afeiçoes.(Constituiçoes)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Renascendo


Emergindo das profundezas de minh'alma
Divisei muitos tesouros não dilapidados
E na presença da força latente na esperança
Ao mundo renasço ostentando serena aliança
Vislumbro no sorriso da criança o futuro
Busco na vivência do idoso os atalhos
Filtrando o melhor da vida quero renovar
Partilhar emoções com amigos que encontrar
Reverências faço ao apoio da amizade constante
Que sempre com amor conduziu cada instante
Através das palavras encontrei sincera verdade
Demonstrada dia a dia com muita sensibilidade
Reconhecida gratidão no coração será preservada
Pelos carinhos sentidos e por inteiro acolhidos
Tanta energia positiva que vou agora reverter
Aos que ao meu lado aguardaram o renascer
*Mônica F.Camargo- 20/11/02*


domingo, 2 de janeiro de 2011

Lição De Ano Novo

Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída.
Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.
Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências dos seus atos.
Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso coração está partido, o mundo não pára para que nós o consertemos.
Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.
Aprendemos que amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de nos fazer felizes. Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos.
Aprendemos que o que faz diferença não é o que temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família são os amigos que escolhemos.
Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta.
Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.
O nosso futuro ainda está por vir.
Então aprendemos que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.

sábado, 25 de dezembro de 2010

DE BENTO XVI: NATAL É MOTIVO DE ESPERANÇA PARA TODO HOMEM

Cidade do Vaticano, 25 dez (RV) - Ao meio-dia deste sábado Bento XVI assomou ao Balcão central da Basílica Vaticana para a tradicional Mensagem natalina e a oração "Urbi et Orbi" (à cidade de Roma e ao mundo).
Transmitida em mundo-visão, milhões de fiéis do mundo inteiro somaram-se aos milhares de presentes na Praça São Pedro para ouvir a mensagem do Santo Padre, que fez suas felicitações natalinas em 65 línguas.
O nascimento de Jesus é motivo de esperança para todos os homens, sobretudo para aqueles que veem ofendida a própria dignidade: foi o que afirmou o Pontífice em sua tradicional Mensagem de Natal.
O Papa elevou um veemente apelo em favor da paz – violada em muitas áreas do mundo – e dirigiu palavras de encorajamento aos cristãos perseguidos, em particular na China. Em seguida, fez as felicitações natalinas em 65 línguas e concedeu a Bênção "Urbi et Orbi". Apesar da chuva, muitos fiéis e peregrinos acorreram com entusiasmo à Praça São Pedro para ouvir o Pontífice.
"O Verbo se fez carne". Dirigindo-se ao mundo inteiro, Bento XVI anunciou com alegria a mensagem extraordinária do Natal e expressou particular proximidade àqueles que sofrem por causa de guerras e catástrofes naturais, e aos perseguidos por sua fé em Jesus Cristo.
Deus – ressaltou – "veio habitar no meio de nós", "Deus não está distante". Não é um desconhecido, mas "tem um rosto, o rosto de Jesus":
"Trata-se de uma mensagem sempre nova, que não cessa de surpreender, porque ultrapassa a nossa esperança mais ousada. Sobretudo porque não se trata apenas de um anúncio: é um acontecimento, um fato sucedido, que testemunhas críveis viram, ouviram, tocaram na Pessoa de Jesus de Nazaré!"
Diante da revelação de que o Verbo se fez carne – constatou o Pontífice – "ressurge uma vez mais em nós a pergunta: Como é possível? O Verbo e a carne são realidades opostas entre si; como pode a Palavra eterna e onipotente tornar-se um homem frágil e mortal?"
"Só há uma resposta possível: o Amor. Quem ama quer partilhar com o amado, quer estar-lhe unido, e a Sagrada Escritura apresenta-nos precisamente a grande história do amor de Deus pelo seu povo, com o ponto culminante em Jesus Cristo."
Na realidade – observou o Papa – Deus não muda, é fiel a Si mesmo: Deus não muda, Ele é Amor desde sempre e para sempre. É em Si mesmo Comunhão, Unidade na Trindade e toda sua obra e palavra busca a comunhão. E a encarnação, portanto, é o ápice da criação:
"«O Verbo fez-Se carne». A luz desta verdade manifesta-se a quem a acolhe com fé, porque é um mistério de amor. Somente aqueles que se abrem ao amor são envolvidos pela luz do Natal. Assim sucedeu na noite de Belém, e assim é hoje também."
"A encarnação do Filho de Deus – acrescentou – é um acontecimento que se deu na história, mas ao mesmo tempo ultrapassa-a":
"Na noite do mundo, acende-se uma luz nova, que se deixa ver pelos olhos simples da fé, pelo coração manso e humilde de quem espera o Salvador. Se a verdade fosse apenas uma fórmula matemática, em certo sentido impor-se-ia por si mesma. Mas, se a Verdade é Amor, requer a fé, o «sim» do nosso coração."
O nosso coração – destacou Bento XVI – busca justamente uma Verdade que é Amor. "Procura-a a criança, com as suas perguntas tão desarmantes e estimuladoras; procura-a o jovem, necessitado de encontrar o sentido profundo da sua própria vida; procuram-na o homem e a mulher na sua maturidade, para orientar e sustentar os compromissos na família e no trabalho; procura-a a pessoa idosa, para levar a cumprimento a existência terrena." O Reino de Deus – observou o Santo Padre – "não é deste mundo, e, todavia, é mais importante do que todos os reinos deste mundo".
"É como o fermento da humanidade: se faltasse, definhava a força que faz avançar o verdadeiro progresso, o impulso para colaborar no bem comum, para o serviço desinteressado do próximo, para a luta pacífica pela justiça."
"Acreditar em Deus que quis compartilhar a nossa história – prosseguiu – é um constante encorajamento a comprometer-se com ela, inclusive no meio das suas contradições". Natal é então motivo de esperança para todos aqueles cuja dignidade é ofendida e violada, porque Aquele que nasceu em Belém veio libertar o homem da raiz de toda escravidão:
"A luz do Natal resplandeça novamente naquela Terra onde Jesus nasceu, e inspire Israelenses e Palestinos na busca duma convivência justa e pacífica. O anúncio consolador da vinda do Emanuel mitigue o sofrimento e console nas suas provações as queridas comunidades cristãs do Iraque e de todo o Oriente Médio, dando-lhes conforto e esperança no futuro e animando os Responsáveis das nações a uma efetiva solidariedade para com elas. O mesmo suceda também em favor daqueles que, no Haiti, ainda sofrem com as consequências do terramoto devastador e com a recente epidemia de cólera."
Bento XVI pediu também por aqueles que "na Colômbia e na Venezuela, mas também na Guatemala e na Costa Rica, sofreram recentemente calamidades naturais". Invocou a paz e o respeito pelos direitos humanos onde estes são violados:
"O nascimento do Salvador abra perspectivas de paz duradoura e de progresso autêntico para as populações da Somália, do Darfour e da Costa do Marfim; promova a estabilidade política e social em Madagáscar; leve segurança e respeito dos direitos humanos ao Afeganistão e Paquistão; encoraje o diálogo entre a Nicarágua e a Costa Rica; favoreça a reconciliação na Península Coreana."
Em seguida, Bento XVI dirigiu seu pensamento àqueles que são discriminados por seu testemunho evangélico. A celebração do nascimento do Redentor – foram os votos do Papa – reforce o espírito de fé, de paciência e de coragem nos fiéis da Igreja na China continental:
"Para que não desanimem com as limitações à sua liberdade de religião e de consciência e, perseverando na fidelidade a Cristo e à sua Igreja, mantenham viva a chama da esperança. O amor do «Deus-connosco» dê perseverança a todas as comunidades cristãs que sofrem discriminação e perseguição, e inspire os líderes políticos e religiosos a empenharem-se pelo respeito pleno da liberdade religiosa de todos."
Após a mensagem tiveram, então, lugar as referidas saudações de Natal em 65 línguas, começando do italiano e concluindo com o latim. Eis a afetuosa felicitação de Bento XVI aos povos de língua portuguesa:
"Feliz Natal para todos! O nascimento do Menino Jesus ilumine de alegria e paz vossos lares e Nações!"
Após a fórmula da indulgência plenária, o Santo Padre concluiu a mesma concedendo a todos a sua Bênção. (RL)






Música Nossa Missão