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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um Homem Muito Rico Morreu E Foi Recebido No Céu.

Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu.

O anjo guardião levou-o por várias alamedas e foi lhe mostrando as casas e moradias.
Passaram por uma linda casa com belos jardins.
O homem perguntou:
Quem mora aí?
O anjo respondeu:
 É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado.
O homem ficou pensando:
"puxa! O Raimundo tem uma casa dessas! Aqui deve ser muito bom!"
Logo a seguir surgiu outra casa ainda mais bonita.
 E aqui, quem mora?
 perguntou o homem.
O anjo respondeu:
 Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira.
O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada deveria ser no mínimo um palácio.
Estava ansioso por vê-la.
Nisso o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse:
 Esta é a sua casa!
O homem ficou indignado:
 Como é possível!
Vocês sabem construir coisa muito melhor.
 Sabemos
 responde o anjo
 mas nós construímos apenas a casa.
O material é você mesmo que seleciona e nos envia lá de baixo.
Você só enviou isso!
Moral da história: cada gesto de amor e partilha é um tijolo com o qual construímos a eternidade.
Tudo se decide por aqui mesmo, nas escolhas e atitudes de cada dia.
Evangelize!!!!!


Ser batizado no Espírito Santo de Deus É ter esperança no amanhã. Saber que após a noite vem o dia. Viver intensamente as emoções! Ser cheio do Espírito Santo, é pular de alegria. Não invadir o espaço alheio. Ser espontâneo. Apreciar o nascer e o pôr-do-sol. Superar as dificuldades. Amar as pessoas incondicionalmente. Aproveitar todos os momentos... Fazer trabalho voluntário. Ser conduzido pelo Espírito Santo e impelido por Ele. Vencer a depressão! Confiar na voz da intuição, ação do Espírito. Perdoar as pessoas. Ser do Espírito Santo é chorar de felicidade, de emoção. Ter pensamento positivo. Ser cheio do Espírito Santo, é ter a alegria do coração. Saber trabalhar em equipe. Ser sincero. Ser do Espírito Santo é dançar como o Rei Davi, para Deus. Ser do Espírito Santo é adorar a Deus. Ter motivação! Esquecer o que já passou. Buscar novos horizontes. Ei!!! Ser do Espírito é sair da passividade para evangelizar. por isso que eu digo: Não ponha limites no Deus do impossível, porque pelo poder do Seu Espírito e a intercessão de Santa Rita de Cássia, nada é impossível para aquele que crê e testemunha. Vamos Evangelizar!!!!!!!!

sábado, 9 de outubro de 2010

Ser Criança

Ser criança
Saber brincar
Sonhar com a vida
E em nada pensar
Ser criança
Saber buscar
O melhor pra vida
Sem se preocupar
Ser criança
Saber se educar
Aprender coisas boas
Pra vida mudar.
Ser criança
Nascer pra vida
Crescer pro mundo
Viver para os outros
Lutar por si.
Ser criança
Se divertir
Estar alegre
Tentar sorrir.
Ser criança
Na inocência
Na adolescência
Na meninice
No tempo adulto
E na melhor idade.
Ser criança
Ser natural
Aproveitar o tempo
Viver legal.
Ser criança
Pensar em Deus
O Pai do céu
Que a vida lhe deu.
Ser criança
Não importa como
Sorrir pra vida
Mesmo chorando.
Ser criança
Criança amor
Criança esperta
Criança imagem
Do Nosso Senhor.
EVANGELIZE!!!!!



terça-feira, 5 de outubro de 2010

“Missões Se Faz Com Os Pés Dos Que Vão...

Uma certa vez, em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte. Um certo dia um garoto aproximou-se do rio e resolveu entrar. Em poucos instantes o garoto estava gritando por socorro, pois começou a afogar-se. Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar. De repente veio uma mulher gritando e chorando pois era o seu filho que estava na água... Um homem vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar para resgatar o garoto, mas impôs uma condição, ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam às margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na assim que ele alcançasse o garoto. E, eles aceitaram a proposta.
Chegando no meio do rio o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem puxando a corda, mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria a corda caso ela fosse arrastada junto com aquele homem. Com isso esqueceram-se de segurar a corda, e os dois foram vencidos pela correnteza... e afogaram-se. Quando deram fé, era tarde demais.
Este rio representa o mundo, o garoto, as pessoas perdidas sem Jesus, o homem que foi resgatar representa o missionário, e as pessoas que estavam à margem do rio a igreja. Eu não sei onde você se encaixa nesta história, mas reflita nela, pense sobre o que você tem feito por quem está lá, na outra ponta da corda!
“Missões se faz com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem”. Não com a filosofia dos que discutem.

Visitas de Nossa Senhora Aparecida As Comunidades!

Desde o descobrimento do Brasil cultiva-se aqui a devoção de Nossa Senhora. Os portugueses descobridores do país tinham-na aprendido e usado desde a infância; os primeiros missionários recomendavam e propagavam-na. Aonde se fundavam cidades, construíram-se igrejas em honra de Nossa Senhora Aparecida e celebravam-se com grandes solenidades as suas festas. Foi certamente em recompensa desta constante devoção que a Virgem Santíssima quis estabelecer no Brasil um centro de sua devoção, um trono de graças, um santuário em nada inferior aos grandes santuários de outros países.
Data o ano de 1717 a origem da romaria de Nossa Senhora Aparecida. Três pescadores, de nome Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, moradores nas margens do rio Paraíba, no município de Guaratinguetá/SP, estavam um dia pescando em suas canoas, sem conseguir durante longas horas pegar peixe algum. Lançando João Alves mais uma vez a sua rede na altura do Porto de Itaguaçu, retirou das águas o corpo de uma imagem, mas sem cabeça e, lançando mais abaixo de novo a rede, colheu também a cabeça. Envolveu-a em um pano e continuou a pesca. Desde aquele momento foi tão abundante a pescaria, que em poucos lances encheram as canoas e tiveram de suspender o trabalho para não naufragarem. Eram certamente extraordinários esses fatos: O encontro da imagem, da qual nunca se soube que a tivesse atirado à água, o encontro da cabeça a qual naturalmente devia ser arrastada mais longe pela correnteza da água, e além disto dificilmente podia ser colhida em rede de pescador, enfim, a pesca abundante que seguiu o encontro da imagem. Os pescadores limparam, pois, com grande cuidado e respeito a misteriosa figura e com grande satisfação verificaram que era uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Colocaram-na no oratório de sua pobre morada e diante dela começaram a fazer suas devoções diárias.
Não tardou a Virgem Santíssima a mostrar por novos sinais que tinha escolhido essa imagem para distribuir favores especiais aos seus devotos. Diversas vezes as pessoas que à noite faziam diante dela as suas orações, viam luzes de repente apagadas e depois de um pouco reacendidas sem nenhuma intervenção humana. Logo, já não eram somente os pescadores os que vinham rezar diante da imagem, mas também muitas outras pessoas das vizinhanças. Construiu-se dentro em pouco um oratório e após alguns anos, com a intervenção do vigário da paróquia, uma capelinha. As graças que Nossa Senhora ali concedia aumentavam e com elas cresceu a concorrência do povo. Impunha-se a construção de uma capela maior, e em lugar mais elevado. Estava ali perto o Morro dos Coqueiros, o mais vistoso de todos os altos que margeiam o Paraíba. Ali, pois, no cume do morro foi começada em 1743 a construção de uma capela espaçosa, a qual foi terminada em 1745; no dia 26 de julho foi benta e celebrou-se nela a primeira Missa. A imagem de Nossa Senhora da Conceição, já então chamada por todos de Aparecida, estava em seu lugar definitivo e o morro que escolheu para fixar sua residência, tomou por ela seu nome.
Aparecida tornou-se desde então conhecida pelos Estados vizinhos e por todo o Brasil. Numerosas caravanas de romeiros vinham mesmo de grandes distâncias, em viagens penosas de dias e semanas para visitarem Nossa Senhora Aparecida, lhe renderem graças e pedirem proteção. O nome de Nossa Senhora sempre foi no Brasil por todos invocado em momentos de aflição e perigo e sua devoção é praticada em quase todas as casas.
A capela de Nossa Senhora Aparecida, durante o tempo, foi por diversas vezes reformada, tornou-se igreja até chegar a atual basílica. A partir de 1894, o prelado constatou número insuficiente de sacerdotes e por isso obteve a vinda de religiosos da Congregação Redentorista que passaram a exercer a direção espiritual da igreja e das romarias.
Novo progresso trouxe o ano jubilar de 1900, em que por iniciativa do bispo do Rio de Janeiro e do Bispo de São Paulo, foram organizadas peregrinações diocesanas e paroquiais ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Desde então, além dos romeiros que vem sós ou em pequenos grupos, chegam anualmente em Aparecida numerosas peregrinações chefiadas pelo respectivo bispo ou vigário, contando com milhares de romeiros vindos de todos os pontos do Brasil.
Um grande dia foi para os devotos de Nossa Senhora Aparecida o dia 08 de setembro de 1904 (dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição), em que a imagem foi coroada por ordem do Santo Padre. Assistiram à grande solenidade o Núncio Apostólico e todo o episcopado de diversas regiões do Brasil, além do presidente da República, através de seu representante. Todo o episcopado e o povo fizeram solene consagração a Nossa Senhora Aparecida com entusiásticas ovações a Nossa Senhora no momento de sua coroação.
Depois da coroação, o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida mais outros favores: Ofício e missa própria de Nossa Senhora Aparecida, indulgências para os romeiros que vem em peregrinação ao Santuário. Em 1908 elevou a Igreja de Nossa Senhora à dignidade de Basílica. Por esse motivo ela foi solenemente sagrada a 5 de setembro de 1909 e no ano seguinte foram nela depositados os ossos de São Vicente Mártir, trazidos de Roma com permissão do Papa.
Nas festas e no congresso sempre se manifestou o desejo que Nossa Senhora Aparecida fosse declarada oficialmente padroeira do Brasil e o episcopado apresentou este desejo ao Santo Padre. Acolheu o Papa Pio XI favoravelmente os pedidos dos bispos e dos católicos do Brasil e, por decreto de 16 de julho de 1930 proclamou a Virgem Aparecida Padroeira principal de todo o Brasil.
Em 1967, ao completar-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário o Título de “Rosa de Ouro”, reconhecendo a importância da santa devoção.
Em 04 de julho de 1980, o Papa João Paulo II, em sua histórica visita ao Brasil, consagrou a Basílica de Nossa Senhora Aparecida em solene missa celebrada, revigorando a devoção à Santa Maria, Mãe de Deus.
No mês de maio de 2004, o Papa João Paulo II concedeu indulgências aos devotos de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião das comemorações do centenário da coroação da imagem e proclamação de Nossa Senhora como Padroeira do Brasil .
REFLEXÕES
Seria impossível enunciar e descrever os favores que Nossa Senhora Aparecida já tem concedido aos seus devotos em suas necessidades, muitas vezes mesmo milagrosos que a todos deixam admirados. Seria igualmente impossível contar os benefícios espirituais que ela tem concedido pela conversão de pecadores há muito afastados de Deus, pela tranqüilidade restituída a muitas consciências e por inúmeras outras graças espirituais. A devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, aprovada pela Santa Igreja e confirmada por tantos milagres, é de sumo proveito para todos, e deve ser praticada por todos os habitantes desta terra em que é gloriosa Rainha.
Assim, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida, com a iniciativa do Pe.Genivaldo Ubinge, com ajuda da Ir.Maria Ferreira e a Noviça Cristiane dos Reis realizaram visitas as comunidades, as familias levando o amor de Maria a cada lar visitado.
Parabéns pelo trabalho realizado!


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A MISSÃO ALÉM FRONTEIRAS


Esta missão generalizada, que chamamos de Nova evangelização, é, sem dúvida, ótima se não prejudicar a missão além fronteiras, se os missionários aumentarem e se a Boa Nova se difundir mais rapidamente.
Não devemos esquecer que, embora exijam consideração e respeito por suas culturas e tradições religiosas, bilhões de não evangelizados não podem ser esquecidos, pois, embora inconscientemente, eles apelam para a responsabilidade da Igreja de lhes anunciar a Salvação.
Os bispos da América Latina, conscientes de suas responsabilidades missionárias para com os não evangelizados, afirmaram: “Finalmente chegou, para a América Latina, a hora de intensificar a ajuda mútua entre as Igrejas particulares e de se abrir para além de suas próprias fronteiras: ad gentes. É verdade que também nós precisamos de missionários, porém devemos dar de nossa pobreza” (Puebla, 368).
Esta declaração foi determi-nante para o crescimento da missionariedade no continente latino-americano. Trata-se de uma declaração corajosa e profética.
Mas os bispos do Brasil detectaram também uma tendência perigosa:“Há muitas vezes na Igreja tensões entre comunidade e missão. A comunidade é tentada a recolher-se em si mesma, renunciando à missão, à abertura aos outros, ou reduzindo-a a segundo plano” (Doc. 40, nº 21).
Isso é prejudicial: “Estaria condenando-se à esterilidade a Igreja que deixasse atrofiado seu espírito missionário, sob a alegação de que ainda não foram plenamente atendidas todas as necessidades locais” (Doc. 40, nº 119).
Sem dúvida, a abertura à universalidade se torna estímulo para o surgimento de novos agentes de evangelização, capazes de servir nas situações de fronteira e para fazer explodir um novo ardor missionário nos cristãos.
Termino este serviço especial com as palavras de João Paulo II: “Uma Igreja fechada em si mesma, sem abertura missionária, é uma Igreja incompleta ou uma Igreja doente” (RMi 62).
Pe. Paulo De Coppi - P.I.M.E.
PARA REFLETIR
O que é “Ser Missionário”?
É possível separar a evangelização local da evange-lização além-fronteiras?
Nossa comunidade ou grupo se preocupa com o envio de missionários?

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

As Coisas Bonitas Na Vida

As coisas bonitas na vida

Há coisas bonitas na vida! Sim...
Mas, bonitas são as coisas vindas do interior de cada um, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos, o beijo soprado...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que quase todos passeiam...
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado, neto...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores, do mato, dos animais e das crianças.
Bonito é chorar quando sentir vontade e deixar as lágrimas rolarem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e se deixar viver de um sonho.
Bonito é ver a realidade da vida, sem nunca ser extremista, e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente com G maiúsculo em qualquer situação, principalmente nos momentos de dificuldade.
Bonito é estar no colo de Jesus.



Música Nossa Missão